segunda-feira, 4 de março de 2013
BBB 13: Otite
Logo após o último post, quando eu disse que, tirando Fani, queria mais que todo mundo se explodisse e que a falta de apego por alguém estava deixando esse BBB um porre, uma coisa muito séria começou a me atormentar: a possibilidade de vir a me apegar à Kamilla.
Tudo começou quando Maroca resolveu perder o milhão sozinha bancando a moralista recalcada pra cima da Kamilla, criticando-a por ter pudores em não mostrar a calcinha mas não tê-los para beijar o Eliéser. OI? Isso sem contar que ela tinha acabado de voltar do seqüestro relâmpago no SPA e, no minuto em que entrou na festa berrando, negada demorou uns 10 minutos pra ir falar com ela. Foram porque tinham mais preocupação em saber se ela tinha voltado líder como Maroca do que se tinha sarado da tosse que, segundo o André, poderia tê-la matado (ai, esse povo sequelado me cansa, juro). E aí, aquela coisa... rejeição gera compaixão, coração fica apertaaaaaado...
No fim, depois de terminar com o namorado porque ele tinha pinto pequeno (HAHAHAHAHAHAHA!), foi pro paredão com ele e voltou. O duro é que mesmo ela sendo excluidinha e tal e ter feito uma única amiga (capachona, que apanha mais da BFF que do projeto de príncipe que ela arrumou), Kamilla é fake demais pra que eu me apegue. Começou com um chororô pra gralha mor que logo foi desmascarado. Tenta loucamente chorar mas não escorre uma lágrima. Conversa sozinha na academia sobre seus pensamentos e briga o tempo todo com Fernanda com medo que os conselhos da amiga a prejudiquem porque é a rainha da câmera, esperta que só ela. Mas gritar o tempo todo não me convence, como nem a ela mesma convencia o jeito calmo de Marcello ao tentar desestabilizar a galera. Já vai tarde, by the way.
A questão é que, apesar de tudo isso, Kamilla movimenta a casa, além de ter uma sorte do cacete, já que acabou de virar líder de novo (sorte, claro, porque nem Bial teve paciência pra explicar a prova nem o povo lá teve tutano pra pensar estrategicamente em quem escolher), ao contrário do resto do povo. Pelo menos pode servir de escada pra Fani, que resolveu ser sua amiga, fazendo a defensora dos fracos e oprimidos (beijo, Siri!). De verdade, pra mim tanto faz sair Nasser ou Maroca agora. Se Nasser sair agora, a Santinha do Bial ou vira Natália ou se caga de medo de estar sendo “mal-interpretada” aqui fora e ter escolhido o “lado errado” (se bem que nunca vi um BBB chegar no final do segundo mês sem ter grupo NENHUM definido, vejam só). Se Anamara sair, é menos uma gralha assoberbada gritando.
E só pra completar, já que o programa tá tão boring que nem rende uma lauda, leiam o atrevimento desse que vos fala querendo dar pitaco sobre quem critica BBB aqui! MÃE, TÔ NA GLOB...OPS! NO IG!
#FicaFani
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Quesito: carisma. Nota: zero
Imagem: blog Cartas Para Pi
Quando essa edição começou, eu disse que teria potencial pra ser o melhor BBB ever. E tem mesmo! Em termos de jogo tá incrível – tirando, obviamente, as incansáveis tentativas vergonhosas do Bial de minar a politicagem de todo mundo em frente às câmeras. Queridão, seu chefe resolveu encher a casa de veterano e de dois negos que passaram uma semana em contato com o público numa casa de vidro pra intimidar os novatos. Ser político “ao vivo” é a única arma que eles acham que têm pra evitar exposição negativa! Deal with it!
Bom, depois que o Dhomini foi embora, aconteceu tanta coisa que precisava mesmo ter escrito um post por semana:
- Maroca foi a protagonista do primeiro twist, tendo sido falsamente eliminada, pra frustração do Eliéser que, rei da câmera, reclamou de não ter nem podido justificar o voto e ainda pagou cara de cu ao vivo quando ela voltou
- Maroca ficou insuportável achando que era a preferida mas deu a melhor justificativa DO MUNDO pra indicar Aslan
- Nat nos mostrou o pipi do Super Yuri e engatou um romance pastelão patético com ele
- A produção ignorou que Fani precisa de medicação
- Eli atendeu o primeiro Big Fone e comeu metade do Globo Repórter pra pôr um colar totalmente inútil no pescoço da Anamara
- Yuri foi impressionantemente eliminado porque estava com o rei na barriga, ficando com cara de Irislene na saída (aquela cara de quem se jurava tão protagonista que não consegue nem chorar quando sai) e botando Maroca de volta ao seu lugar (pelo menos pra isso serviu)
- Kamilla virou protagonista
Só que, mesmo com tudo, tô achando tudo um cu porque, tirando Fani, eu não gosto de ninguém! Só aconteceram coisas relevantes com os veteranos porque os novatos têm o carisma de uma ostra e eu cago baldes pra eles. Faz uns dois anos que me impressiona o Boninho ter perdido a mão na escolha de participantes. Eu já abracei o Jean Wyllys na rua, troquei meu avatar do twitter por uma foto da Leka e quero muito ser amigo da Priscila do BBB 9, do mesmo jeito que cuspiria na cara do Dr. Marcelo, porque o ódio também é uma espécie de paixão. Mas nesse BBB, tirando a Fani, eu quero mesmo que todo mundo se exploda. E me diz se eu não tenho razão:
Comecemos pelo trio enganação:
Andressa: jura que é menina ingênua do interior. Não tem o menor respeito nem pela Gadu que tá pegando e ainda vai morrer pela língua.
Nasser: jura que é hétero. Perdeu pontos quando deu um beijo no Eliéser antes de lhe dar o colar que poderia o colocar no paredão.
Ivan: jura que é relevante. A edição até tentou lhe dar função colocando-o como ponta de um triângulo inexistente com Andressa e Nasser, mas o gato da festa pegou esse papel antes.
Bloco da baixa auto-estima:
Marien: chata, insegura e recalcada. A única cena boa que protagonizou foi a briga com Kamilla ontem, que compensou a babaquice de tentar convencer todo mundo que Eliéser é (cof!) calculista. Hahaha!
Fernanda: precisa explicar? É tão coitadeza que encontrou em Kamilla sua melhor amiga.
Cordão da auto-estima elevada (o que não significa nada):
Anamara: depois de baixar a bola com a saída do Yuri, pode muito bem ganhar esse programa. E, perto de Kamilla, conviver com Maroca é uma delícia!
Eliéser: tadinho... é graduado e pós-graduado, fez 169 eventos em um ano e sofreu bullying do Boninho em todos os twists do programa. Mas sua auto-confiança o fez gritar no quintal pedindo força pro seu fã-clube (que no twitter passou de 1000 seguidores ontem), sem saber que teve a cena cortada :P
Os parasitas:
Natália: só funciona com um potencializador: álcool, Fani ou Yuri. Sem um dos 3, fica inanimada, em simbiose com gente como Marien.
André: só existe com Fernanda, que o apelidou de príncipe (pra mim ele parece um calango fantasiado de Fiuk) e o pôs no jogo. Sem ela, é só um maconheiro sequelado.
A protagonista do meu coração:
Fani: mesmo sem ter o menor dom pra isso desde o BBB 7, pelo menos agora ela se posiciona, se compromete e abraça o jogo. Mas independente disso, é a única que me desperta amor. Quero ser amigo, sabe?
A antagonista:
Kamilla: chata e insuportável de propósito (só pode), chora sem derramar uma lágrima e abandonou a tática do coitadismo assim que todo mundo fez "ai, tá". Berra "eu te amo" pra Fernanda a cada 5 minutos desde a prova do líder e é bom que continue porque a soberba já tá fazendo até Marcello se afastar.
Ah, Marcello! Esqueci dele! Bom, agora que Yuri saiu, já podem eliminá-lo. Chato problemático que tenta desestabilizar as pessoas mas seu talento só atinge o SMARTÃO do Eliéser.
Viram? Não tá puxado?
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
BBB 13 e os valores da família brasilzzzzzz...
Imagem: Blog Como Assim Bial?
BBB, né, gente? Reality show... programa que denigre a cultura do país... do qual todos nós, telespectadores, deveríamos nos envergonhar... que depõe contra a nossa inteligência, forma caráter, deturpa a cabeça das criancinhas, bate na sua mãe E na sua vó, ultrapassa seu carro no trânsito sem dar seta e, como se não bastasse, acaba com seu plano do Claro Controle antes do dia 15 só porque você PRECISA eliminar aquela pessoa intragável que destrói os valores da família brasileira.
Pois bem. Vamos fingir que eu realmente me importo com tudo isso e que estou usando esse (meu próprio) espaço como uma espécie de rehab. Vou começar então pelo desabafo: a gente PRECISA eliminar o Dhomini.
Dhomini é o estereótipo do matuto, caipirão, bonachão, que você adoraria ter na turma pra animar seu churrasco e rolar na grama
Dhomini voltou, depois de 10 anos, sendo exatamente o mesmo cara que era no BBB 3. Já agarrei amor. Era aquele cara do churrasco e tal. Pula a parte que ele tá casado, com dois filhos pequenos e a mulher grávida de 5 meses, e que já ganhou e perdeu tudo porque né? eu não tenho nada com a vida “lá fora” de ninguém; e vamos pra parte que ele começa a lançar frases machistas tipo “só cumprimento mulher porque tem b***ta” (mas que nego não se abala porque no interior é assim. Mentira: na roda do futebol da firma na maior metrópole do Brasil é assim) e diz que ARRANCOU OS DENTES DE UM CACHORRO COM UM MACHADO, UM POR UM, AOS GRITOS DE ‘NÃO! NÃO! NÃO’ do povo do sítio onde morava, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ok, ele desmentiu ontem. Só que piada a gente ri ou desmente na hora, que é pra ter graça. Essa não teria de qualquer forma, mas mesmo assim, verdade ou mentira, o cara tem que ser responsável minimamente pelo que diz em rede nacional, tendo a popularidade que ele sabe que tem.
Isso tudo pra chegar na minha teoria de que os candidatos para os quais torcemos ou os argumentos que usamos para isso dizem muito sobre as nossas pessoas. Enquanto este senhor não desmentiu sua “piada”, o que se viu foi uma enorme quantidade de gente justificando o ato como “é só um cachorro”, “na roça é assim” e etc, enquanto o mesmo público tirou a Aline porque é “grossa, mal educada, denigre a imagem de quem vive no morro, escrota” e tudo o mais. Porque no fim, não importa o que você diga, o que importa é ter bom humor. Ser agressivo não pode, porque reflete o nosso comportamento quando estamos acuados – caso de quem está preso na casa e, mais especificamente no caso da Aline, com uma necessidade infantil (mas deliciosamente pastelônica) de se impor numa casa em que todo mundo aparentava (pra ela) ter um grau mais elevado de instrução. Reflexo e conseqüência da intolerância.
Recap do jogo:
Fazendo um parênteses rápido (tem mais análise do jogo no texto da Jessica de ontem!), Dhomini resolveu se isolar e bancar a vítima em mais uma tentativa desesperada de estratégia que convença o público Datafolha, como definiu minha amiga e parceira de BBB Chiara Martini. Eu espero que não funcione por ser só triste e decepcionante. Mesmo. Não é pra isso que eu assisto reality show (repito) como forma de entretenimento. Nesse ponto, Maroca me dá mais. Duplo argumento pra que ela fique.
E pra não passar em branco, já que tem muita gente naquela casa, eu tiraria de cara: KamillaSalgado (por motivos de ódio), a Princesa Barbuda (por motivos de sanidade) e o namorado (por motivos de já termos Marcello), Aslan (chato pra porra), Marien (qual a função?) e Andressa (ela AINDA jura que dá pra carregar a bandeira de capiau ingênua porque acredita que no escuro só o Nasser vê?). Já fico mais do que satisfeito com Maroca berrando, Nat bebendo, Fani sensualizando e Yuri ganhando. O resto é tudo figurante.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Post colaborativo: Quando o BBB 13 virou uma samambaia (by @JessicaBlumer)
Espero que esse título esteja
totalmente errado. Espero que a nova medida anunciada hoje pelo Boninho – de
fazer um “vai e volta” nessa edição – realmente dê certo. Porque, do contrário,
o BBB 13 virará uma samambaia: bonito de se ver e para decorar, mas que na real
não serve pra nada.
Aí vocês me perguntam: por que
não serve pra nada? Simples: porque não irá entreter nem a mim, para comentar, e
nem a você, para ler as críticas e babados do dia a dia dos confinados. Com o
passar dos anos, o BBB teve diversas alterações e, junto com o programa,
mudaram também os seus telespectadores. Hoje, ninguém quer ver o pobrinho
ganhando, como foi com a Cida (obrigada, Boninho, por não fazer mais um Porta
da Esperança, apesar de eu adorar o programa quando era criança). Também
ninguém quer ver aquele que sofre de preconceito, como foi com o Jean Wyllys.
O que queremos? Ver o BBB todos
os dias e ir na casa dozamigo que têm
PPV!!!! Como queremos? Vendo o circo pegar fogo!!!! Por que queremos? (Acho que todo mundo já chegou à conclusão de
que não trata-se de um programa cultural, tampouco que irá nos enriquecer
intelectualmente, né? Ah tá, então vamos continuar o post). Porque queremos
mais é ver a Fani se divertindo e falando que vai ficar na seca porque não tem
homem, sem medo de ser feliz!!! Porque queremos mais é ver o Yuri se jogando
nas festas atacando a mulherada!!! Porque queremos mais é ver a Maroca e sua
voz de gralha brigando com quem quer que for!!! Porque queremos mais é ver a
Nathália... oi, Nathália, queremos ver a Nathália!!!!! Sim, sem medo. Queremos
mais é pessoas que não tenham medo de se mostrar. Mas que se mostrem (ai,
veteranos... o que seria de nós sem vcs?) Senão... #SamambaiaFeelings
Do jeito que está, vai sobrar um monte
de bonzinho que não faz nada o dia todo, que toma sol com a bunda pra cima e
passa protetor na barriga de tanquinho para aparecer na edição do patrocinador
do programa. O título da próxima charge será: “Mulheres gostosas com homens
sarados em um completo clima de azaraçãozzzzzzzzzzzzzzzzzzzz”. Gente, Sessão da
Tarde às 22 horas? Dormi.
E o paredão de agora? Oi!!!! Eu
sei que o Dhomini é um escroto. Mas colocá-lo no paredão agora e justo com a
Maroca? #SamambaiaFeelings. Nenhum dos dois tem que sair, não agora, pelo
menos!!! Eles agitam, brigam, colocam suas opiniões, jogam, analisam e fazem
tudo aquilo que não gostamos na vida real. Porque ali não é vida real, é jogo.
É pra isso. E não estamos ali, estamos apenas “espiando”. Olha que legal!!!
A mesma coisa em eliminar a
Aline. Eu sei que já é assunto antigo, mas não consigo me conformar. Pronto,
falei. Quer dizer, vou continuar falando. A Aline era barraqueira, sim. E daí? Sensacional
pra agitar a casa e fazer todo mundo se mexer. Não é divertido em um programa
de televisão? Duvidoeodó que alguém
aqui não riu quando ela afirmou, em rede nacional e ao vivo, que Bambam foi
RI-DÍ-CU-LO na prova do líder. Antes de ela mesma falar, era o que todo mundo comentava
nas rodinhas de BBB.
Oi, né? Se for pra ganhar “aquele
que merece”, vai pro Criança Esperança, com a Xuxa apresentando! Não quero ver
o pobrinho e o bonzinho ganhando uma grana que eu não vou ter acesso e que,
daqui um ano, vai ter notícia do fulano dizendo que torrou todo o seu dinheiro
e virou pobrinho de novo. Eu não tenho nada com isso. Eu quero mais é rock n’
roll! Quero mais é os textos do Bial e o apresentador (que é jornalista, ram, ram) falando nas entrelinhas os recadinhos
para o povo quebrar tudo lá dentro! Quero mais é ver panelaço e, de novo, quero
mais é entretenimento!!! Não é pra isso que o BBB está no ar há 13 anos?
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
#MÁFIABRINDADA
Passada uma semana do (ai, que vergonha...) “BBB Crazy”, tá na hora de reavaliar os participantes e o que o Boninho está fazendo com eles. Essa deve ser a introdução de todos os meus posts daqui pra frente, caso eu consiga mantê-los semanais. \o/
No começo, minha maior preocupação era o próprio Boninho tentar manipular os grupos antes que isso fosse necessário, como foi ano passado entre Selva e Praia, pra tirar os participantes de um estado letárgico, obviamente inexistente no elenco desse ano. Ele até que tentou na prova do líder, mas ele não contava que Bambam, se sentindo a última bolacha do pacote, resolvesse tripudiar em cima do grupo dos novatos (mais especificamente da novata que ele queria catar) gerando um puta mal-estar nos dois grupos. Além de ter deixado Aline (diva) e Andressa (planta) putas, ainda foi criticado por Maroca e Fani, que o colocou em seu devido lugar de um jeito bem lindo. Conclusão? O Tico contou pro Teco que ele seria o segundo eliminado com uma rejeição bacanuda e ele tentou se fazer de vítima como fez na sua edição. Só não contava com a diminuição da paciência de Boninho com intelectos abaixo da média depois de 11 anos. Saiu sem nem direito a tchau na edição e, tirando uma entrevista de 10 segundos no Fantástico, só deve fazer sucesso agora na Sônia Abrão.
Mas a melhor parte da saída do Bambam foi, sem dúvida, a entrada do Yuri. Além da chance merecida (CHUPA, PRAIA! Aliás, quem ganhou mesmo a edição passada?), o cara já chegou protagonista. Causou suor frio no Dhomini, mas já logo sentou pra falar merda junto, foi agarrado por todas as mulheres + o professor, deu umas chinchadas na Fernanda, contribuindo para a geração do casal mais bizarro da história (ela, um misto de Glenn Close em “Atração Fatal”, Misery do Stephen King e Felícia dos Tiny Toons, e Fiuk, um ~príncipe~ correndo seriíssimos riscos de vida), fez Aline e Aslan molharem um pouco suas roupas de baixo, além de (só pode ter sido isso) exalar um feromônio que deixou Maroca, Fani e (finalmente!) Natália viradas no Jiraya! Sério, melhor festa ever. Natália cantando “fode fode, Mulher Maravilha, fode fode, Superman” mais louca que o Sócrates (que Deus o tenha) e Fani engatando até no gato de pelúcia foram impagáveis!
Gente que causa à parte, nos sobra Andressa, menina-moça que acha Fani e Maroca vulgares mas dorme de conchinha com Nasser mesmo tendo um namorado há 9 anos (que não foi avisado que ela iria para o BBB), Nasser, que se agarrou tanto no periguetismo de Fani e Maroca na festa que fez a gay best friend sem perceber e esqueceu que tava afim de Andressa, Marien que deve substituir o estúpido do Bambam pelo estúpido do Eliéser como mula de apoio, o Eliéser que eu me recuso a mencionar porque me dá vergonha, o insuportável caga-regra do Aslan, Kamilla que eu NÃO ME CONFORMO que tenha sido a mais votada pra sair do shopping, Marcello Cepacol que por enquanto só enche olho, e o professor que não fede nem cheira mas que hoje vai eliminar a musa dessa edição... Aline.
Sim, amor e ódio total, mas Aline é a protagonista dessa edição. Sem ela essa porra não tem graça! Pensa comigo: você prefere os berros dela ou da Maroca? Prefer Aslan falando “plausível” ou ela não sabendo o que é “prausível”? Prefere Eliéser (que ela chama de Eliésio) tentando se passar por inteligente ou ela assumindo que mal fala o português? Prefere ter que lembrar o nome dos participantes secundários ou que ela continue dando apelidos a todos como “Barbie Turbinada”? Já não temos Inês Brasil, vai ser uma lástima perdermos Aline! AJUDA A GENTE! JUNTE-SE À #MÁFIABRINDADA! #FICAALINE
PS: se eu soubesse de quem é a montagem eu dava os créditos. E um beijo!
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
UHU, NOVA IGUAÇÚ!
Gosto muito que cada ano tem vários começos: a virada propriamente dita, o primeiro dia de trabalho pós-recesso, a quinta-feira pós Carnaval e, um dos mais emblemáticos pra mim, o primeiro dia de BBB!
Os aficcionados por essa dádiva da televisão brasileira (ah, me deixa!) já estavam acompanhando os pobres coitados na tal Casa de Vidro no (HAHAHA!) Santana Parque Shopping em São Paulo e, assim como eu, pré-julgado todos os participantes divulgados de acordo tão somente com suas devidas fotos. E olha que a gente deve ter ficado bom nisso, porque o que mostraram ontem não difere muito do que a gente imaginou, salvo raras exceções. Talvez em um mês mude mas, até agora, vamos à análise:
Ivan: pela foto parecia um vampiro do Crepúsculo versão nacional, sem aparelho nem clareamento nos dentes. Ao vivo é só um nerd que diz aprendido tudo porque é fã do Super-Homem, ou seja, camufla.
Aslan: já to amando! Além de ter protagonizado o primeiro beijo gay no horário nobre!
Marien: altíssimo poder de periguetismo.
Aline: vou amar até quinta porque é a versão real da Penha Empreguete e odiar pelo resto da vida porque é muito cheia de opinião formada pra quem achava que quem tinha olho azul via tudo azul.
MAS protagonizou a melhor frase do ANO: “PÁ ENTRÁ NA GROBO TEM QUE DÁ PA ALGUÉM, NÉAM?” HAHAHAHAHA!
Andressa: abusa do direito de ser caipira. Posso amar muito por identificação ou odiar por ser a versão morena da Siri.
Fernanda: tem a voz da Ana, neta da vovó Naná. Ódio eterno! Além disso tem a pele toda cagada e entrou com um vestido virado na franja. Vai fazer dupla com a Andressa que é esteticista e caipira. Pronto, odiei Andressa também.
André: Fiuk meio bombado.
Nasser: a mãe dele jura que ele é hétero, mas é a cara da Gadu e ainda disse que ainda bem que fez alisamento antes de entrar no programa. AHÃ!
Mas não pára por aí. Ainda tem a infame Casa de Vidro, cujas manchetes na Globo.com só faziam aumentar mais a minha ansiedade pra que o programa começasse. Não porque fossem boas, mas porque era muito deprimente só ler coisas como “Bernardo apelida Kelly de Kellinguiça”. Bom, vamos a eles (lembrando que não tem muito como se esmerar aqui porque né? Nem todo mundo entra – graaaaaaaças a Deus):
Samara: a cara da Rita chorona.
Kelly: além do cabelo de lado, do batom Snob e do pingente da Carrie, só palmas pro transeunte do shopping que apareceu com um pacote de lingüiça na mão, dando graça à piada do Bernardo!
Bernardo: é o Kiko que jura por Deus que sai do BBB direto pro CQC ou pra algum stand-up. Pregui.
André Coelho: gostoso principal.
Marcello: gostoso secundário e queixo de Cepacol.
Kamilla: cota de miss e de ódio eterno. Certeza que só vai chorar, ter mania de perseguição, fazer coração com a mão pra platéia e sair pra namorar o KLB que sobrou.
E agora, pra fechar com chave de ouro, o que vai fazer deste BBB o melhor de toda a história: os ex-participantes!
Os mais burros da história:
Eliéser: dá razão pras pessoas que dizem que a gente, que acompanha reality shows, emburrece.
Bambam: Eliéser mais esperto (por mais absurdo que isso pareça).
Os controversos:
Maroca: prova de resistência viva.
Dhomini: no BBB dele comecei odiando, terminei amando, hoje eu não sei. Mas eu ia. #prontofalei
DIVAS:
FANI: É CAMPEÃ!
NATÁLIA: É VICE!
E por enquanto é isso. Obrigado, Boninho! Obrigado, Globo.com que me dá BBB de graça na internet! Obrigado, meus amigos que sobrarem até abril, pela paciência com este que vos fala!
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
Sinopse de "Salve Jorge" (ou refogado de Glória Perez)
Como eu não tenho muita paciência pra Glória Perez, vamos direto ao ponto: era uma vez um zoiudo amante do Crô que, depois de não ter sido preso por bater na Solineuza, foi embora ficar rico num outro núcleo, mas não sem antes fazer a pobre coitada de empregada, afinal, ela precisava sustentar uma filha canastrona que achava o cabelo da Ivana o máximo e que não tinha lá muito bom gosto pra homem, já que teve um filho com o mendigo de Curitiba.
No meio desse rolo todo, o zouido ainda teve tempo de casar com a Jade, que resolveu voltar pro Brasil e trabalhar como delegada de polícia (vaga deixada pela Lúcia Veríssimo quando embarangou) trazendo todo o frescor de sua jovialidade prum ambiente tão masculino, tanto que a gente não fazia idéia que ela já tinha uns 45 anos! Só Thammy que ainda resiste às dicas de Jade, mas serve como ótimo guarda-costas. Só nos ligamos da idade de Jade quando fomos apresentados à sua filha que, depois de ser vilã em Malhação e namorar um NX Zero, achou que não havia sido rebelde o suficiente e resolveu marcar casamento na Turquia com um Zé Mané com californianas nos cabelos. E, como não poderia deixar de ser, correu se hospedar na casa do Antônio Calloni, sucessor do Tony Ramos em papéis estrangeiros idênticos.
Turquia essa que é o sonho de consumo do Raj, que também voltou do Brasil depois que a mulher dele virou biscate numa novela mais tarde que permite uma putariazinha extra e virou devoto de São Jorge da Capadócia, lugar que tem balão a dar com pau. Agora ele dedica sua vida ao hipismo e compõe o núcleo fetichista de fardados da Glória, junto com Murilo Rosa, Sidney Sampaio e o filho da Torloni. Todos capitaneados por Oscar Magrini, o Ralf. Praticamente um Clube das Mulheres monotemático.
Raj, nessas de querer parecer um herói nacional, incorporou um jeito todo Tarcísio Meira de declamar suas falas e tem um relacionamento bem limpinho com Flávia Alessandra, que entra na novela de enfeite só pra garantir que seu marido, Otaviano Cotas, garanta o leitinho das crianças interpretando o puxa-saco do zoiudo. O que Flavinha não sabe é que Raj se engraçou com a filha da Solineuza quando ela resolveu dar um piti de mãe boa no meio do desfile de 7 de setembro e o desacatou enquanto autoridade (aliás, belíssimo gancho pro segundo capítulo, Glória! E eu com medo de você não conseguir superar Genésio atropelado...).
Só que, como todo bom folhetim, o amor que surge no começo da história entre o casal de mocinhos só pode se concretizar no final. E pra impedir que ele vingue logo de cara, entra a Donatela pra iludir a filha da Solineuza lhe propondo um EMPREGO incrível na ESPANHA pra ganhar EM DÓLAR na companhia da CAROLINA DIECKMANN, da EX-MORENA DO É O TCHAN e de um CLONE DA DANIELA ALBUQUERQUE. Juro que eu não sei como ela não desconfiou em nenhum momento. Vai ver rolou uma identificação com o penteado da Totia Meireles.
Agora é esperar pra ver como isso vai se desenrolar. Mas, pra quem não tiver paciência, já adianto algumas coisas que são de conhecimento popular: em pouquíssimo tempo seremos todos fluentes em interjeições turcas, sairemos dançando uma dança estranha pela sala como se isso fosse a coisa mais normal do mundo, ficaremos surdos com os berros de Neusa Borges, disléxicos tentando entender a dicção do Mussunzinho e com dó do Angu do Gomes que só faz comerciante (também, gente, vamos fechar o botão dessa camisa e cortar esse cabelo?), vamos dar graças a Deus que Eri Johnson não foi escalado e lamentar que Bruna Marquezine foi.
Eu me dei como prazo máximo pra me apegar a essa novela o dia em que aparecerem Vera Fischer e Narjara Turetta, porque ambas merecem ser prestigiadas (Thammy, a terceira razão, já apareceu e já é minha candidata ao Troféu Imprensa de Revelação do Ano pra 2013). A partir desse momento, só me restará lamentar não ter conhecido a Turquia antes que a Glória pirasse com o advento da Capadócia no Instagram, atrás hoje somente de pratos de comida e gatos.
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